Invasão à Crimeia: influência ocidental na Ucrânia e retaliação Russa

  • Alexandre Cesar Cunha Leite Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais - Universidade Estadual da Paraíba (PPGRI/UEPB)
  • Arthur Mastroiani Lucena Universidade Estadual da Paraíba
  • Fábio Nobre Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais - Universidade Estadual da Paraíba (PPGRI/UEPB) http://orcid.org/0000-0002-2905-0541

Resumo

Este artigo tem o intuito de analisar as medidas de política externa adotadas pela Rússia nos anos de 2014-2015 que resultaram na invasão da Federação à Crimeia, sob a ótica do Modelo de Hermann, com a seguinte questão norteadora: diante da invasão à Crimeia e quebra da soberania do país, em que medida as ações de política externa da Rússia foram influenciadas pelas mudanças de governo na Ucrânia? Para isto, levou-se em consideração breve contexto histórico da crise ucraniana, bem como as três mudanças de governo em curto prazo e se aplicou o modelo de Hermann, contextualizado com o entendimento conceitual de GuerraHíbrida, uma vez que as estratégias de guerra do governo russo na Crimeia foram de vias convencionais e não convencionais. Como síntese da pesquisa aqui apresentada, produziu-se um quadro demonstrativo da aplicação do Modelo de Hermann nas mudanças dos governos ucranianos e os tipos de guerra observados.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Alexandre Cesar Cunha Leite, Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais - Universidade Estadual da Paraíba (PPGRI/UEPB)
Departamento de Relações Internacionais (graduação e PPGRI/UEPB). Áreas: Economia, Ciência Política e Relações Internacionais.
Fábio Nobre, Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais - Universidade Estadual da Paraíba (PPGRI/UEPB)
Docente Permanente do Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais da Universidade Estadual da Paraíba. 
Publicado
03-04-2020
Como Citar
Leite, A. C. C., Lucena, A. M., & Nobre, F. (2020). Invasão à Crimeia: influência ocidental na Ucrânia e retaliação Russa. Carta Internacional, 15(1). https://doi.org/10.21530/ci.v15n1.2020.942