To be or not to be: the United States as an Empire


  • Carlos Gustavo Poggio Teixeira Departamento de Relações Internacionais da PUC-SP.


In the modern sense, the notion of “empire” can be understood not as a political unit but as a systemof relationships that may or may not be pursued as a strategy by powerful states. Hence, in order toestablish an imperial relationship, a state needs both power and will. Because the United States has beena relatively powerful country for much of its history, the occasional adoption of imperial strategies musttherefore be explained by variations in willingness. This article maintains that this willingness was clearlypresent in at least three moments in U.S. history: after the Spanish-American War, after World War II,and after 9-11. In each of these cases, the United States faced strong reactions to its imperial strategy –symbolized, respectively by the Philippines, Vietnam, and Iraq – that ended up leading to its subsequentreevaluation.


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Biografia do Autor

Carlos Gustavo Poggio Teixeira, Departamento de Relações Internacionais da PUC-SP.

Doutor em Relações Internacionais pela Old Dominion University, com bolsa CAPES-Fulbright, e Mestre em Relações Internacionaispelo Programa de Pós Graduação em Relações Internacionais San Tiago Dantas. É autor dos livros "O Pensamento Neoconservadorem Política Externa nos Estados Unidos" (2010), baseado na dissertação vencedora do Prêmio Franklin Delano Roosevelt de Estudossobre Estados Unidos, e "Brazil, the United States, and the South American Subsystem: Regional Politics and the Absent Empire"(2012), que foi apontado pela revista Foreign Affairs como um dos melhores livros de relações internacionais do ano de 2012.Atualmente, é professor do Departamento de Relações Internacionais da PUC-SP.




Como Citar

Teixeira, C. G. P. (2012). To be or not to be: the United States as an Empire. Carta Internacional, 7(1), 140–156. Recuperado de