https://cartainternacional.abri.org.br/Carta/gateway/plugin/AnnouncementFeedGatewayPlugin/atom Carta Internacional: Avisos 2025-12-23T09:25:52-03:00 Open Journal Systems <p>La Carta Internacional es una publicación digital y cuatrimestral de la <a href="https://www.abri.org.br/">Asociación Brasileña de Relaciones Internacionales</a> (ABRI) destinada a promover el debate intelectual respecto a los principales temas de las relaciones internacionales bajo la perspectiva brasileña. Su principal objetivo es promover el intercambio de conocimiento entre investigadores y divulgar contenidos cualificados para la comprensión de la realidad nacional e internacional.</p> https://cartainternacional.abri.org.br/Carta/announcement/view/11 Encerramos 2025 com gratidão e contamos com sua colaboração em 2026. Boas Festas! 2025-12-23T09:25:52-03:00 Carta Internacional <p>Prezada Comunidade Acadêmica,</p> <p>Com a chegada do final de 2025, a equipe editorial da Carta Internacional gostaria de expressar seu mais sincero agradecimento a todas e todos cuja valiosa colaboração segue possibilitando a divulgação de pesquisas qualificadas no Brasil e o fomento ao diálogo científico. Destacamos nossa profunda gratidão:</p> <p>Às autoras e aos autores que escolheram a Carta Internacional para divulgar seus trabalhos.</p> <p>Às pareceristas e aos pareceristas especialistas, cuja dedicação crítica e construtiva garantiu o rigor acadêmico e a qualidade dos manuscritos publicados.</p> <p>Reiteramos, com entusiasmo, o convite para que considerem a Carta Internacional como um veículo para a divulgação de suas pesquisas. Nosso compromisso é tornar o fluxo editorial uma experiência enriquecedora e colaborativa.</p> <p>Desejamos a vocês um período de festas repleto de paz, descanso e momentos felizes ao lado de seus entes queridos. Que 2026 seja um ano de grandes conquistas e projetos frutíferos! Contem conosco!</p> <p>Boas Festas!</p> <p>Equipe Editorial (2025-2028)<br />Carta Internacional</p> 2025-12-23T09:25:52-03:00 https://cartainternacional.abri.org.br/Carta/announcement/view/10 Prorrogação do prazo de recebimento de artigos para o dossiê na Revista Carta Internacional de 2024 2024-06-03T20:57:49-03:00 Carta Internacional <p>A Carta Internacional, revista científica de Relações Internacionais da Associação Brasileira de Relações Internacionais (ISSN 2526-9038) está selecionando artigos para o Dossiê <strong>"</strong><strong>As múltiplas crises do internacional: transição, hegemonia e resistência nas ruínas da ordem global</strong><strong>”.</strong> A revista aceita artigos inéditos em português, espanhol ou inglês. O prazo máximo de submissão para o dossiê foi prorrogado para o dia <strong>30 de junho de 2024</strong>. </p> <p><strong>Dossiê:</strong></p> <p><strong>As múltiplas crises do internacional: transição, hegemonia e resistência nas ruínas da ordem global</strong></p> <p>Editores: Carolina Moulin (UFMG) e Daniel Maurício de Aragão (UFBA) </p> <p>TEXTO</p> <p>“<em>O velho está morrendo e o novo não pode nascer; neste interregno, uma grande variedade de sintomas mórbidos aparece</em>”. A frase de Antonio Gramsci, tema do IX Encontro da ABRI em 2023, revela o espírito do tempo presente e as inquietações e incertezas que perpassam a análise da ordem internacional contemporânea. Múltiplas ‘patologias de crise’ – guerras, epidemias, catástrofes ambientais, genocídios, desigualdades aprofundadas, populismos reacionários e fissuras nas formas democráticas de governo, para citar apenas algumas – tem reverberado um sentimento de “fim de mundo”. Esses sintomas mórbidos resvalam nas dificuldades das estruturas e instituições globais, erigidas na esteira do projeto moderno liberal, de se adaptarem e, no limite, se reinventarem sob outros termos diante das demandas das sociedades atuais, face ao capitalismo financeirizado, às transformações na relação entre ordens internacionais, formas de Estado e forças sociais (Cox, 1981) e de crise de hegemonia (Fraser, 2020).</p> <p>Sobre o húbris do projeto da modernidade liberal - agravada pelo fracasso de sua vertente fundamentalista, o neoliberalismo, e por retrocessos associados à sua crise, particularmente no que tange à democracia e aos direitos humanos e à ascensão do autoritarismo e conservadorismo; por crises recorrentes dos processos de acumulação capitalista; por promessas frustradas nos processos de globalização e integração regional; por conflitos, guerras e pandemias - Estados e as Organizações Internacionais têm dificuldade de reagir. Ao mesmo tempo, protestos e formas de resistência apontam para fissuras e novas possibilidades de rearticulação, ainda que efêmeras, tentativas e provisórias. Dos protestos globais às ocupações, passando por hashtags e táticas efusivas de mobilização, emergem conformações alternativas à relação entre ordem e justiça, violência e poder, representação e política e entre o local e o internacional, com implicações importantes para o futuro da disciplina de Relações Internacionais.</p> <p>Para o dossiê, almejamos receber contribuições que se engajem com esses “sintomas mórbidos”, seus impactos e alternativas, seus limites e aberturas. Os editores convidam artigos que aprofundem debates sobre essa conjuntura histórica, em temas tais como:</p> <p>- Crise de hegemonia, seus atores e processos;</p> <p>- Crise do capitalismo associada às transformações dos processos de acumulação, agravada pela especulação do capital financeiro e por processos de expropriação e precarização;</p> <p>- Limitações, retrocessos, incógnitas e alternativas nos e aos processos de globalização e integração regional;</p> <p>- Limites e possibilidades teóricas nas Relações Internacionais, refletindo sobre a resiliência de abordagens tradicionais e pluralismo teórico no campo enquanto estratégias possíveis para compreensão de processos políticos do mundo atual; </p> <p>- Reflexões substantivas e originais sobre noções de crise e catástrofe enquanto gêneros importantes para a disciplina de RI, na esteira da centralidade de fenômenos como conflitos armados, pandemias, e esgotamento de modelos de desenvolvimento ancorados no capitalismo liberal e suas consequentes formas de institucionalização;</p> <p>- Contribuições sobre estratégias narrativas e transdisciplinares que possibilitam olhar para temas persistentes das Relações Internacionais (guerra e paz, mobilidade e circulação, exclusão e desigualdade, populismo e nacionalismo, dentre outros) de forma criativa e imaginativa em um contexto de transição;</p> <p>- Perspectivas de futuro nas Relações Internacionais, a partir, principalmente, das reivindicações de movimentos antirracistas, feministas, LGBTQIAPN+, socio ambientalistas, quilombolas e indígenas, bem como das reações e reconfigurações, usualmente violentas dos modos de governo e governança sobre esses territórios de luta política e social.</p> <p> </p> <p><strong>Regras de submissão:</strong></p> <p>O formato dos artigos deverá seguir o padrão já adotado pela revista:</p> <ol> <li>O artigo deve ser inédito e redigido em português, inglês ou espanhol. Além de inédito, o artigo não deve estar em apreciação concomitante em nenhum outro periódico ou veículo de publicação, no todo ou em parte, no idioma original ou traduzido.</li> <li>Os artigos devem ter entre 7500 e 8500 palavras, incluindo título, resumo e palavras-chave (em português, inglês e espanhol), notas de rodapé e referências bibliográficas.</li> </ol> 2024-06-03T20:57:49-03:00 https://cartainternacional.abri.org.br/Carta/announcement/view/9 Chamada para publicação de dossiê na Revista Carta Internacional v. 19, n. 3 de 2024 2024-03-15T10:36:16-03:00 Carta Internacional <p>A Carta Internacional, revista científica de Relações Internacionais da Associação Brasileira de Relações Internacionais (ISSN 2526-9038) está selecionando artigos para o Dossiê <strong>"</strong><strong>As múltiplas crises do internacional: transição, hegemonia e resistência nas ruínas da ordem global</strong><strong>”.</strong> A revista aceita artigos inéditos em português, espanhol ou inglês. O prazo máximo de submissão para o dossiê é <strong>31 de maio de 2024</strong>.</p> <p><strong>Dossiê:</strong></p> <p><strong>As múltiplas crises do internacional: transição, hegemonia e resistência nas ruínas da ordem global</strong></p> <p>Editores: Carolina Moulin (UFMG) e Daniel Maurício de Aragão (UFBA) </p> <p>TEXTO</p> <p>“<em>O velho está morrendo e o novo não pode nascer; neste interregno, uma grande variedade de sintomas mórbidos aparece</em>”. A frase de Antonio Gramsci, tema do IX Encontro da ABRI em 2023, revela o espírito do tempo presente e as inquietações e incertezas que perpassam a análise da ordem internacional contemporânea. Múltiplas ‘patologias de crise’ – guerras, epidemias, catástrofes ambientais, genocídios, desigualdades aprofundadas, populismos reacionários e fissuras nas formas democráticas de governo, para citar apenas algumas – tem reverberado um sentimento de “fim de mundo”. Esses sintomas mórbidos resvalam nas dificuldades das estruturas e instituições globais, erigidas na esteira do projeto moderno liberal, de se adaptarem e, no limite, se reinventarem sob outros termos diante das demandas das sociedades atuais, face ao capitalismo financeirizado, às transformações na relação entre ordens internacionais, formas de Estado e forças sociais (Cox, 1981) e de crise de hegemonia (Fraser, 2020).</p> <p>Sobre o húbris do projeto da modernidade liberal - agravada pelo fracasso de sua vertente fundamentalista, o neoliberalismo, e por retrocessos associados à sua crise, particularmente no que tange à democracia e aos direitos humanos e à ascensão do autoritarismo e conservadorismo; por crises recorrentes dos processos de acumulação capitalista; por promessas frustradas nos processos de globalização e integração regional; por conflitos, guerras e pandemias - Estados e as Organizações Internacionais têm dificuldade de reagir. Ao mesmo tempo, protestos e formas de resistência apontam para fissuras e novas possibilidades de rearticulação, ainda que efêmeras, tentativas e provisórias. Dos protestos globais às ocupações, passando por hashtags e táticas efusivas de mobilização, emergem conformações alternativas à relação entre ordem e justiça, violência e poder, representação e política e entre o local e o internacional, com implicações importantes para o futuro da disciplina de Relações Internacionais.</p> <p>Para o dossiê, almejamos receber contribuições que se engajem com esses “sintomas mórbidos”, seus impactos e alternativas, seus limites e aberturas. Os editores convidam artigos que aprofundem debates sobre essa conjuntura histórica, em temas tais como:</p> <p>- Crise de hegemonia, seus atores e processos;</p> <p>- Crise do capitalismo associada às transformações dos processos de acumulação, agravada pela especulação do capital financeiro e por processos de expropriação e precarização;</p> <p>- Limitações, retrocessos, incógnitas e alternativas nos e aos processos de globalização e integração regional;</p> <p>- Limites e possibilidades teóricas nas Relações Internacionais, refletindo sobre a resiliência de abordagens tradicionais e pluralismo teórico no campo enquanto estratégias possíveis para compreensão de processos políticos do mundo atual; </p> <p>- Reflexões substantivas e originais sobre noções de crise e catástrofe enquanto gêneros importantes para a disciplina de RI, na esteira da centralidade de fenômenos como conflitos armados, pandemias, e esgotamento de modelos de desenvolvimento ancorados no capitalismo liberal e suas consequentes formas de institucionalização;</p> <p>- Contribuições sobre estratégias narrativas e transdisciplinares que possibilitam olhar para temas persistentes das Relações Internacionais (guerra e paz, mobilidade e circulação, exclusão e desigualdade, populismo e nacionalismo, dentre outros) de forma criativa e imaginativa em um contexto de transição;</p> <p>- Perspectivas de futuro nas Relações Internacionais, a partir, principalmente, das reivindicações de movimentos antirracistas, feministas, LGBTQIAPN+, socio ambientalistas, quilombolas e indígenas, bem como das reações e reconfigurações, usualmente violentas dos modos de governo e governança sobre esses territórios de luta política e social.</p> <p> </p> <p><strong>Regras de submissão:</strong></p> <p>O formato dos artigos deverá seguir o padrão já adotado pela revista:</p> <ol> <li>O artigo deve ser inédito e redigido em português, inglês ou espanhol. Além de inédito, o artigo não deve estar em apreciação concomitante em nenhum outro periódico ou veículo de publicação, no todo ou em parte, no idioma original ou traduzido.</li> <li>Os artigos devem ter entre 7500 e 8500 palavras, incluindo título, resumo e palavras-chave (em português, inglês e espanhol), notas de rodapé e referências bibliográficas.</li> </ol> 2024-03-15T10:36:16-03:00 https://cartainternacional.abri.org.br/Carta/announcement/view/8 Llamada de artículos: "Relaciones internacionales: de América Latina para el mundo” 2023-03-17T14:53:44-03:00 Carta Internacional <p><strong>Convocatoria para la publicación de dossier en la Revista Carta Internacional n. 18 v. 3 2023</strong></p> <p>Carta Internacional, revista científica de Relaciones Internacionales de la Asociación Brasileña de Relaciones Internacionales (ISSN 2526-9038) está seleccionando artículos para el dossier "Relaciones Internacionales: de América Latina para el mundo". La revista acepta artículos inéditos en portugués, español o inglés. La fecha límite para el envío de textos es el 7 de junio de 2023.</p> <p><strong>Dossier "Relaciones internacionales: de América Latina para el mundo”</strong></p> <p>Editores: María Villarreal (UFRRJ) y Rafael Bittencourt (UFG)</p> <p>Según la narrativa dominante sobre el origen de las Relaciones Internacionales, su nacimiento como disciplina se produce en 1919, con la creación de la primera cátedra de Relaciones Internacionales (RRII) en la Universidad de Aberystwyth, en Gales. Hubo un especial desarrollo en Europa y Estados Unidos, aunque existen múltiples interpretaciones de lo internacional anteriores a esta fecha, con diversos actores y niveles de análisis y un amplio abanico de aportaciones que van más allá de Occidente.</p> <p>Desde entonces, diversos supuestos y debates paradigmáticos, teóricos y metodológicos han permitido avanzar en su definición e identidad. Sin embargo, el cuestionamiento del universalismo de la disciplina y de sus mitos fundadores, formulado por análisis marxistas, críticos, postcoloniales, feministas y otros, tanto en el Norte como en el Sur Global, ha generado un profundo proceso de revisión ontológica y la realización de evaluaciones críticas que han puesto de manifiesto límites, fragmentaciones, exclusiones y numerosos desafíos. En esta línea autorreflexiva, autores como Amitav Acharya han argumentado que un reto clave en el estudio y la enseñanza de las RRII es integrar las experiencias y los conocimientos de una gran mayoría de sociedades y Estados fuera de los países centrales de Occidente. Así, el llamado a constituir RRII Globales (<em>Global IR</em>) busca superar los límites de la disciplina, no mediante el rechazo del conocimiento tradicional, sino a través de una lectura crítica de estas contribuciones y de la ampliación del campo de estudios de las RRII; integrando múltiples voces y experiencias que van más allá de las divisiones Norte-Sur y Este-Oeste, y aquellas que trascienden la centralidad del Estado como actor principal y que destacan otras categorías relevantes para el campo pero poco exploradas hasta el momento, como las cuestiones de raza, género, clase, etnia, entre otras. Al mismo tiempo, otros autores han realizado una revisión crítica de las RRII y sus teorías, subrayando la necesidad de aumentar el diálogo con otras ciencias sociales, estudiando lo internacional de forma transdisciplinar.</p> <p>En América Latina, las RRII surgieron como un campo de estudio interdisciplinario y pragmático, centrado en la resolución de problemas y estrictamente vinculado a la acción política en favor de una buena inserción internacional. Los primeros estudios en la región sobre temas internacionales en el ámbito académico aparecieron en 1922, con la apertura en la ciudad de Rosario (Argentina) de la primera licenciatura y posterior doctorado en Diplomacia. Desde entonces, se crearon progresivamente cursos y publicaciones temáticas sobre RRII en todos los países de la región y se fundaron centros especializados, asociaciones nacionales de Relaciones Internacionales y experiencias de cooperación regional como el Programa de Estudios Conjuntos de Relaciones Internacionales de América Latina (RIAL). Además, muchas contribuciones sobre RRII elaboradas en América Latina fueron hechas por negros, mestizos e indígenas, que no estaban formalmente vinculados al campo de las RRII, pero cuyas ideas han sido cada vez más movilizadas, como podemos ver al identificar referencias a autores como Milton Santos, Lélia González, Abdias do Nascimento, Silvia Rivera Cusicanqui, Gloria Anzaldúa, entre otros.</p> <p>Históricamente, los analistas latinoamericanos han tenido entre sus preocupaciones y principales agendas de investigación las relaciones con Estados Unidos, la autonomía, el desarrollo y la integración regional. El estructuralismo latinoamericano, la Teoría de la Dependencia, la Escuela de la Autonomía y el Pensamiento Decolonial son sólo algunos ejemplos de las contribuciones que la región ha formulado en el campo de las RI o cuya importancia es central en esta área de estudios. También destacamos aportaciones como la Escuela de Brasilia en el ámbito de la historiografía de las Relaciones Internacionales; la Escuela Mexicana y la Escuela de Rosario de Relaciones Internacionales; así como la formulación de propuestas teóricas como el realismo periférico en el ámbito de la política exterior y planteamientos como el de la insubordinación fundante. Más recientemente, en el contexto de profundos cambios internos e internacionales y de la disputa por la hegemonía entre China y Estados Unidos, cabe mencionar también la política de no alineamiento activo como posicionamiento estratégico para la región en el siglo XXI.</p> <p>A partir de estas premisas, el dossier "Relaciones Internacionales: de América Latina para el mundo" busca comprender cuáles son los aportes de la región en materia de RRII. Reconociendo que América Latina no es sólo un territorio receptor, sino también un intérprete crítico, reformulador y productor de pensamiento propio sobre Relaciones Internacionales, buscamos visibilizar la diversidad de escuelas, perspectivas, lecturas, adaptaciones y agendas de investigación de las y los analistas de la región. Así, buscando trascender el excepcionalismo latinoamericano, anhelamos recibir contribuciones sobre los siguientes temas, sin excluir otras propuestas que dialoguen con esta convocatoria:</p> <p>-Historiografía de las Relaciones Internacionales en América Latina;</p> <p>-Interpretaciones, aportaciones o críticas latinoamericanas a las teorías clásicas de las RRII;</p> <p>-Análisis, relecturas o reformulaciones latinoamericanas de los debates paradigmáticos, teóricos y metodológicos de las RRII;</p> <p>-Escuelas latinoamericanas y aportes regionales a las RRII: Estructuralismo, Teoría de la Dependencia, Escuela de la Autonomía, Pensamiento Decolonial, entre otros;</p> <p>-Tradiciones nacionales y escuelas de RRII en América Latina: Escuela de Brasilia, Escuela del Rosario, Escuela Mexicana, etc;</p> <p>-Ideas y conceptos latinoamericanos en RRII: realismo periférico, insubordinación fundante, colonialidad del poder, no alineamiento activo, entre otros.</p> <p>-Análisis de los factores internos y externos que han influido en el desarrollo de las RRII en América Latina;</p> <p>-Evolución, problemas y limitaciones de las RRII en América Latina;</p> <p>-Estado del arte y revisiones bibliográficas sobre la producción intelectual en el campo de las RRII en América Latina;</p> <p>-Aportaciones latinoamericanas sobre desarrollo, regionalismo e integración regional;</p> <p>-Aportaciones latinoamericanas y revisiones de los estudios de política exterior;</p> <p>-Antiguos y nuevos temas y agendas de investigación en RRII: seguridad, defensa, derechos humanos, feminismos, agendas LGBTQIA+, medio ambiente, cambio climático, migraciones, salud, nuevas tecnologías, entre otros.</p> <p>-Ausencias y exclusiones en los debates sobre las RRII latinoamericanas;</p> <p>-Diálogos y estudios transdisciplinarios sobre las RRII en América Latina;</p> <p>-Desafíos y futuro de las RRII en América Latina.</p> <p><strong>Normas de publicación</strong>:</p> <p>El formato de los artículos debe seguir las normas ya adoptadas por la revista:</p> <ol> <li>El artículo debe ser inédito y debe estar escrito en portugués, inglés o español. Además de ser inédito, el artículo no debe ser objeto de apreciación concomitante en ninguna otra revista o vehículo de publicación, en su totalidad o en parte, en la lengua original o traducido.</li> <li>Los artículos deben tener entre 7500 y 8500 palabras, incluyendo título, resumen y palabras clave (en portugués, inglés y español), notas a pie de página y referencias bibliográficas.</li> <li>El resumen, presentado en las tres lenguas, deberá contener entre 80 y 100 palabras. No debe redactarse en primera persona y debe incluir el tema general, el problema de investigación, los objetivos, los métodos y las principales conclusiones.</li> <li>No se aceptarán artículos con más de 4 (cuatro) autores/coautores.</li> <li>Las referencias bibliográficas deben figurar al final del texto, observando el sistema Chicago (Autor fecha).</li> </ol> <p>Las normas completas de presentación de los textos se encuentran disponibles en el siguiente enlace: <a href="https://www.cartainternacional.abri.org.br/Carta/about/submissions">https://www.cartainternacional.abri.org.br/Carta/about/submissions</a> y deben respetarse estrictamente. Otros elementos del proceso de publicación están disponibles en: <a href="https://www.cartainternacional.abri.org.br/Carta/about">https://www.cartainternacional.abri.org.br/Carta/about</a></p> 2023-03-17T14:53:44-03:00 https://cartainternacional.abri.org.br/Carta/announcement/view/7 Llamada de artículos: Temas Contemporáneos en Relaciones Internacionales 2022-06-17T16:19:43-03:00 Carta Internacional <p><span style="font-weight: 400;">El Equipo Editorial de la Carta Internacional abre la oportunidad para publicación de la sección completa denominada Temas Contemporáneos en Relaciones Internacionales. La sección será compuesta por artículos cortos, en inglés o en español, y que sean resultado del trabajo de redes internacionales de investigación. El envío de las propuestas será en flujo continuo. Será publicada una sección al año, cuyas reglas de envío pueden ser encontradas abajo.</span></p> <p> </p> <p><span style="font-weight: 400;">1) La propuesta deberá ser enviada completa, compuesta por un conjunto de 3 artículos, sobre el mismo tema elegido por el proponente. Los artículos deberán ser presentados en inglés o en español.</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">2) El tema es de libre elección de los proponentes, deberá ser actual, relacionado al campo de estudio de las Relaciones Internacionales (ver Política Editorial, en la pestaña ‘<a href="https://www.cartainternacional.abri.org.br/Carta/about" target="_blank" rel="noopener">Sobre la Revista</a>’) y objeto de investigación de redes internacionales que incluyan investigadores brasileños y extranjeros.</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">3) Las autoras y autores de los textos deberán tener, obligatoriamente, diferente afiliación institucional. Es una condición para la aceptación de la propuesta que las instituciones estén ubicadas en, por lo menos, dos países distintos. Considerando el conjunto de 3 artículos, a penas un autor o autora podrá ser proveniente de institución brasileña. Se recomienda que sea observada, para el grupo de autoras y autores, la diversidad y la representatividad.</span></p> <p><span style="font-weight: 400;"> </span><span style="font-weight: 400;">4) Para los artículos en coautoría, el criterio de 1/3 de las autoras y/o autores, de acuerdo con lo indicado en el ítem 3, debe ser observado y aplicado proporcionalmente al total de autoras y autores del conjunto de textos.</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">5) El proceso de evaluación de la propuesta seguirá las mismas reglas adoptadas por la Revista para la revisión por pares doble-ciego, siendo que la propuesta será evaluada en conjunto. El resultado de la evaluación será direccionado para el conjunto de la propuesta en cualesquiera de las alternativas – acepto para publicación, correcciones obligatorias, envío para nueva ronda de evaluación o rechazado. </span></p> <p><span style="font-weight: 400;">6) El envío de la propuesta para la Carta Internacional deberá ser hecho por uno de los autores o autoras, quien incluirá, en conjunto, todos los artículos que la integran. El conjunto deberá ser enviado en único bloque, separados entre si por los respectivos títulos, resúmenes y palabras clave. Para cara artículo que integra el conjunto deberá ser enviada, de manera separada, una hoja de rostro con título, autoría y mini currículo de las autoras y autores, incluyendo e-mail para contacto y el ORCID.</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">7) Los artículos que integren la propuesta de la sección deberán observar el siguiente formato:</span></p> <ul> <li><span style="font-weight: 400;">Cada artículo deberá tener entre 3000 y 4000 palabras, incluyendo las notas al pie y referencias bibliográficas. Los artículos deben tratar de la mesma temática y deben ser redactados en inglés o en español.</span></li> <li><span style="font-weight: 400;">Los artículos deberán contener título, resumen en inglés y en español, palabras clave en inglés y en español, el cuerpo del texto y las referencias. </span></li> <li><span style="font-weight: 400;">La elaboración del título, resumen, palabras clave y el formato de las referencias deben seguir las mismas reglas adoptadas por la Carta (ver pestaña “<a href="https://www.cartainternacional.abri.org.br/Carta/about/submissions" target="_blank" rel="noopener">Envíos</a>”).</span></li> <li><span style="font-weight: 400;">Los demás elementos del proceso de publicación están definidos en la pestaña “<a href="https://www.cartainternacional.abri.org.br/Carta/about" target="_blank" rel="noopener">Sobre la Revista</a>”.</span></li> </ul> <p><span style="font-weight: 400;"> </span></p> <p><span style="font-weight: 400;">Antes de realizar el envío, solicitamos a los proponentes que consulten la Política Editorial de la Carta.</span></p> 2022-06-17T16:19:43-03:00 https://cartainternacional.abri.org.br/Carta/announcement/view/6 Mensagem de final de ano da Equipe editorial da Carta Internacional 2021-12-21T10:18:12-03:00 Carta Internacional <p>Prezadxs,</p> <p>A equipe editorial da Carta Internacional agradece a todxs os que colaboraram direta ou indiretamente com a Revista durante este ano de 2021 – autorxs, pareceristas, leitorxs, Conselho Editorial. Agradecemos também a Diretoria da ABRI. Sem o apoio e a contribuição de todxs não teria sido possível manter o nosso trabalho editorial e a publicação da Carta, observando sua pontualidade e periodicidade.<br>Desejamos a todxs um feliz Natal e que o ano de 2022 traga novas energias e renove nossas esperanças.</p> <p>Equipe editorial da Carta Internacional</p> 2021-12-21T10:18:12-03:00